Artigos e Publicações

Data da postagem: 23/12/2015

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Aproveitamos esta divulgação para agradecer a todos os participantes que contribuíram para abrilhantar o evento e aos palestrantes pelo alto nível das apresentações desse ultimo evento de 2015.

Confira a programação do evento neste LINK 

FOTOS DO EVENTO -->  LINK

Um feliz natal e boas festas!

Data da postagem: 20/11/2015
 
Auditor Interno, O “OLHO” DO “OLHO DO DONO”
 
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Há algum tempo o Auditor Interno era citado como sendo o “Olho do Dono”. Este termo ficou presente e até hoje tem um significado muito importante e implícito que evidencia o papel importantíssimo exercido pela nossa profissão.
 
A independência e a objetividade  são os termos que definem apropriadamente a função do Auditor Interno e que de certa forma contribuíram para a origem da citação acima. Nada pode ameaçar esses dois requisitos essenciais ao desenvolvimento das atividades de Auditoria Interna. Livre de interferências,  a função pode ser realizada com isenção e imparcialidade e consequentemente os resultados serão benéficos para toda a organização e para as partes interessadas.
 
O saudoso Contador Antônio de Lopes Sá em uma de suas publicações, com muita propriedade e requintada percepção, fez a citação abaixo que em poucas palavras sintetiza muito bem a função dos controles:
“Finalidade do controle é a fidelidade da informação; a certeza de que as coisas aconteceram tal como deveriam. (...) O controle é o “olho” do dono, ou seja, a “presença”, através de instrumentos (que podem ser aparelhos, impressos, pessoas etc.)”
 
A avaliação dos controles, mencionados por Lopes Sá, constitui o maior acervo que o profissional de auditoria interna tem à sua disposição. Se o Controle Interno é o “OLHO DO DONO”,  não seria melhor reconhecer o Auditor Interno como o “OLHO” DO “OLHO DO DONO”?
 
Neste dia fazemos a nossa homenagem aos profissionais que com muita dedicação elevam o nome da nossa digníssima profissão.
 
Parabéns aos colegas Auditores Internos!
 
Wagner Ricco - CRMA® 

 

 
Data da postagem: 16/11/2015

Estudo realizado pela liderança global de Auditoria Interna da Deloitte, que explora as prioridades e tendências da prática.

" Many boards and senior executive teams now want internal audit to go beyond “table-stakes” audits. Table-stakes audits allocate too many resources to low-impact areas and too few to high-impact areas of the business. The definition of a high-impact area for your organization will depend on its industry, business model, risks, geography, and regulatory climate. But, generally, low-impact areas involve well-established systems and controls, and well-known risks and issues. These areas must be addressed, but they should not divert resources from high-impact areas. For this 2016 edition of our High-impact areas of focus series, Deloitte has flagged 11 areas along with potential steps for you to consider in upcoming audit plans. "

Baixe o material completo abaixo!

 

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